Fardo
Vontade
De escrever
Não sei nem o que
Vontade de jogar
Conversa fora
De rir até altas horas
Vontade de abraçar você
De onde isso surgiu?
Não sei.
Sei que a vontade
Veio e ficou
Atiçou e maltratou
Sorriu e trepudiou - sem remorso algum
Me mostrou
Que eu não sou de ferro
E que é melhor assim
O ferro é frio, ferra, fere e falece fadado ao fascinante e fatal fardo, falsamente febril do fim.
Carolina Andrade.
OH MY GOD!
ResponderExcluirCRUZ E SOUZA 2?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
beijos,querida.vc é foda!
Escreve mt *_*
ResponderExcluirJá que é pra ser sincero seu texto é de uma imaginação e de uma beleza intoxicantes carolita. Cada momento do poema é uma festa para os meus olhos . Vontade de abraçar você também (;
ResponderExcluirQue poema lindo amiga! você sabe que sou sua fã mesmo, continue assim, caprichosa em seu dom! tá quase o meu Drummond :) hahaha beijos e parabéns!
ResponderExcluirCarolina Carol, já pode desistir de tudo e virar escritora! =P
ResponderExcluirexultam-se os tripúdios
ResponderExcluirdo abraço inesperado
à vontade querida, passageira
que não passou
Exultam-se os sorrisos
do abraço inalcansável
à não vontade, duradoura
que se foi
Exultam-se as estirpes de esteriótipos exortáveis, exclamando:
Eu estou entre estes,
ou melhor, nenhum destes me representa
Eu sou outro ferro,
ferro festivo, fiel
facúndio até
falsamente falho
firo, como feres
é a Vida
é, nao tem pra onde, minha amiga vai ser uma escritora do caramba =D
ResponderExcluirOlhaa mesmoo a poetaa. Gosteii
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